sábado, 27 de abril de 2013

A minha ex da Bahia


Coleção das histórias das minhas ex


O próprio pai reconhece a
filha como puta

Em 2006, depois que separei da pessoa que iria me casar (também tive a minha fase de estupidez e burrice) conheci uma garota na praia de Copacabana. Era uma mulher com beleza exuberante, corpo escultural, parecia mulher capa de revista, quando a vi dando mole para mim, nem acreditei que estava acontecendo, cheguei perto dela e nos apresentamos, ela era de Salvador.

Ficamos a tarde toda na praia, no final trocamos de telefone, e no dia seguinte marcamos um novo encontro na praia. Ficamos conversando na praia, e ela disse que no dia seguinte estava voltando para a sua terra, então tinha ficado um pouco triste. Então ela fala para mim: “Porque você não se encontra comigo lá em Salvador!”, então perguntei: “Se eu for, nós vamos namorar?”, e responde: “Claro!”
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Um mulherão daqueles, quem não ia, pior de tudo estava totalmente duro, mas tinha arrumado um jeito, parcelei a passagens de avião, roubei dinheiro do meu irmão e mãe (nem deram falta), arrumei tudo e fui a Salvador.
Então encontrei com ela, e conheci as belezas do Salvador (que lugar lindo, amei essa terra, adorei conhecer esse lugar), paramos no restaurante no Farol da Barra e almoçamos. Então de tarde, vamos ao supermercado, e o celular dela toca e atende. Ela fala para amiga, que não dava para ir à festa, porque estava acompanhada, então desliga o celular e fala para mim: “Tem uns cara ai, que têm barco, e gosta de chamar as garotas para fazer festinha no barco. Deu para entender?”. Caramba, mal tinha chegado, descobri que era puta, já estava ali mesmo, então tinha uma puta grátis.

Ela vivia me elogiando, falava que era diferente dos outros homens, que era sincero e nunca tinha conhecido um homem como eu. Realmente sou um homem educado, sincero, inteligente, etc, mas não sou otário.
Então para ver, qual era a dela, disse que não era um homem ciumento, o mais importante para mim é a transparência e o passado da pessoa não importava. Ela caiu no meu truque e começou abrir o pico, dizendo: “Nessa rua aqui já namorei 2 caras! Nessa outra já namorei um! Nessa já namorei 3!”  caralho já tinha contado mais de 10.

O pai quer que eu seja
Capitão Salva Putas
Alguns dias depois, no quarto a noite, nos momentos íntimos, ela vê o Joãozinho de pé, e dá um grito toda assustada perguntando “Você esta excitado?” perguntei se estava de sacanagem da minha cara (os dois já na cama...) ela disse que homem só pensa em sexo, que queria uma coisa inocente e romântica.

Estava tratando muito bem, mas fazia maior jogo duro comigo na hora do sexo, as vezes falava merda para mim dizendo “Homens são todos otários, são fáceis de serem manipulados!” e respondi que as coisas não eram assim. Para me esculachar, ela disse que adorava chupar o pau dos ex namorados, ai que fiquei puto, xinguei de tudo e ameacei de agredi-la, ofendendo seriamente. Pensei que iria embora, mas não foi  e tinha gostado do tratamento.

Então nós vamos a uma festa (maior festança, excelente festa), quando cheguei com ela todo mundo com um olhar querendo dizer: “Ela já esta com outro homem!”, e quando fui ao banheiro escutei os caras falar dela, dizendo que era maior vagabunda.

Então ela fala em casamento, claro que fingi que concordava (como ia me casar com ela, se tinha acabado de separar, falava coisas que queria ouvir) e me apresentou para toda família. Todo mundo gostou de mim, porque viram que era direito, que não era nenhum vagabundo que ela estava acostumada.

Ela tinha 26 anos, era adotiva (conhecia a verdadeira família, mas ignorava porque eram bem pobres) de uma família rica, e todos estavam preocupados de tirá-la da putaria, porque não queria trabalhar somente em vadiar andando com os playboys.

Até o pai dela (biológico) escreveu para mim, chamando a filha de vagabunda, sem futuro, uma puta sem vergonha, queria que cassasse com ela. Vi o desespero de um pai, que queria tirar a filha do mundo da putaria, que ela só queria saber de baladas, viajar, curtir e dar para os playboys, ou seja, a família queria que fosse um Capitão Salva Putas.

Isso foi um resumo de 6 meses, que fui a Salvador 3 vezes, e ia 1 vez a cada 2 meses. Ela não era prostituta, era somente “mulher moderna”, que queria curtir a vida, mas teve a sua vida estragada, fama de puta, nem consegue arrumar um namorado, não conseguiu estudar e trabalhar, porque queria somente viver na putaria. Esse será o futuro de muitos mulheres, quando chegar aos 30 anos. Merecem todas morrerem na solidão, tomando Rivotril e criando gatos ou cachorros.

Coleção das historias das minhas ex.

A minha ex que virou puta



A minha ex, que teve um fim triste



A minha ex namorada veterinária


A minha ex, que não foi ex



A minha ex-namorada médica



A minha ex namorada baleia



A minha quase ex da escola



A minha ex namorada viúva





Trabalho sobre o feminismo
www.marcioconsciencia.blogspot.com.br



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