quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O controle do ódio.

Crime de ódio vale somente para um lado, o outro não.
Ler na internet que todos os homens são estupradores e
 assassinos não seria crime de ódio?



Antes leiam Pacto com a Real:http://bufalodareal.blogspot.com.br/2016/11/quero-fazer-um-pacto-com-voces.html

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Sugeri uma matéria para ser escrita em seu blog. Sobre aquela estratégia psicológica utilizada para que as pessoas se tornem passivas e frouxas. Por exemplo: "Você tem ódio no coração", "O ódio é um sentimento ruim". Sobre tentar controlar as pessoas com esse pretexto, impedindo-as de tomar uma reação diante a alguma injustiça.

João Paulo.

Sun Tzu dizia: “Para dominar uma nação, primeiro deve fazer os homens perderem a vontade de lutar através do psicológico. Criar conceitos que o faça sentir culpado, por ter reagido uma situação contra ele, através da inversão de valores. Devemos ensiná-lo que o ódio é um sentimento negativo, se convencê-lo disso, perderá vontade de lutar, porque o ódio é a base do guerreiro!”.

Baseado nesse conceito, governo procura sempre controlar o ódio do povo, através da propaganda, professores, jornalistas, religiosos, ou seja, usam todos os formadores de opinião, para convencer a sociedade, que deve reprimir esse sentimento. O sentimento de ódio usado na hora certa pode salvar a sua vida no momento de perigo, porque pode ser um excelente mecanismo de defesa contra ataque de um inimigo, pois ele te impulsiona para o ataque.

Nas forças armadas, a primeira coisa que faz com o recruta é despertar o sentimento de ódio, porque não existe esse negócio de enfrentar o inimigo com amor, ensina ser violento para enfrentar uma batalha. Quando fala que o ódio faz mal para a saúde, que é um sentimento negativo, isso é feito de proposito na intenção de tirar a capacidade de lutar da pessoa. A questão é provocar um bloqueio mental no adversário através do sentimento de culpa, então começam falar “Mais amor por favor!”, na forma de deixar as pessoas mais sentimentalistas. 

Sun Tzu falava a importância de controlar o ódio da sociedade, porque a fúria do povo, pode voltar contra os seus governantes. A natureza sabe o que faz, então criou o ódio na forma de proteger o ser vivo de um possível ataque do predador. Vocês podem reparar que criminalizaram o sentimento de ódio, porque eles sabem o poder de destruição que ele tem, pois quando o exercito invade um país, a primeira preocupação deles é não despertar o ódio do povo invadido, por isso, em estratégia de guerra, se fala, “A cortesia faz parte da guerra!”, onde deve agir na forma de hipocrisia com o povo. 

Um bom exemplo, quando a jornalista Fátima Bernardes fez a enquete o policial ou traficante, depois se desculpou, falando de uma maneira extremamente educada, isso é estratégia de guerra, usou a cortesia para não despertar o ódio do povo contra ela. 

Então quando falam “Você tem ódio no coração!”, “O ódio é um sentimento ruim!”, “Você não tem Deus no coração!”, isso são técnicas para criar um bloqueio mental, para não reagir a um ataque, tornando-se sentimentalista e passivo perante as adversidades da vida. Outro exemplo, quando diz “Você é ressentido!”, “Você tem magoa no coração!”, isso é uma técnica covarde, onde usa o trauma da pessoa, para persuadi-la, fazendo assim a vontade do seu orador.

Elas podem manifestar o seu ódio, mas qualquer ação feita contra ela
é considerado manifestação do ódio.
Na filosofia taoista ensina muito sobre o Sun Tzu, como uma guerra psicológica pode vencer o inimigo, fazendo-o perder a vontade de lutar. Tanto na China e na Índia a filosofia se desenvolveu por causa das batalhas, então entender sobre guerra é questão de sobrevivência e não se deixar ser dominado pelo inimigo. Muitas das vezes apelam para a religião, por exemplo, “Não podemos julgar ninguém!”, “Deus é amor!”, “Cadê amor cristão!”, usam a crença da pessoa contra ela mesma, mas no pensamento taoista isso não funciona, então fala que às vezes devemos romper com as nossas crenças, nem que seja por um momento, senão ela poderá ser usada contra nós mesmo.

Fala que não devemos julgar ninguém, isso está errado, devemos julgar sim, não na intenção de se sentir superior ao outro, mas na forma de colocar um freio na pessoa, porque se não fazer isso, o outro pode prejudicar várias pessoas. Se não podemos julgar ninguém, então acaba o judiciário, as leis, as cadeias e deixa tudo uma bagunça. As pessoas querem fazer o que querem, sem ser julgado pelos seus atos, não estão tendo limites para os seus atos, por isso, cada dia que passa aumenta a criminalidade no país.

Essa é a estratégia das feministas, incentivar o ódio contra os homens,
criminalizar os outros com crime de ódio, para no final afeminá-los.
Bom serviço de inteligência militar.
Inversão de valores, pessoas defendendo bandidos, corrupção do governo, libertinagem, delinquência, etc, mas não pode manifestar o seu ódio contra isso, senão será considerado um criminoso. Feminismo é isso, incentiva o ódio das mulheres contra os homens, mas querem criminalizar qualquer manifestação de ódio contra elas. Usar a propaganda de forma exaustiva até que o homem perca a capacidade de lutar, afemina-los para que no futuro não tenha mais guerreiros. Muitas das vezes a filosofia e a religião domestica o homem, mas ele não deve ser domesticado, mas sim, criado para enfrentar as adversidades da vida. Mas, como irá fazer isso, se a filosofia e a religião fala que ele está errado, se reagir um ataque, porque às vezes para ter paz de espirito deve ser um guerreiro, e não um covarde e sentimentalista.

Pensa sobre isto!

Sejam Felizes e Superam as Paixões!

Márcio de Andrade

e-mail: marciio.andrade22@gmail.com


Ajude a minha saúde!


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Um comentário:

  1. Crimes de ódio realmente são crimes físicos ou verbais motivados por discriminações, por ódios ou por preconceitos, como anti-heterossexualismos ou anti-homossexualismos, anticonfessionalismos/antirreligiosismos, antissemitismos, calúnias, difamações, extremismos, fanatismos, injúrias, misandrias/misoginias, misantropias, misopedias, proselitismos, racismos, sexismos, xenofobias e outros.

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